02 abril 2011

Estratégias e Conceitos de Relações Públicas - Entrevista com Luiz Alberto Farias

No Mundo Corporativo, Luiz Alberto de Farias, professor da ECA/USP e Faculdade Cásper Libero/SP, fala das estratégias e conceitos na área de relações públicas. Na entrevista, destaca-se a importância do profissional conhecer a cultura da empresa ao traçar as ações que devem ser implantadas na relação com os diferentes públicos. O lobby na área pública, a parceria com a assessoria de imprensa e o marketing, e a importância das redes sociais.

Confira o vídeo ...



09 março 2011

LANÇAMENTO: Relações Púbicas: Estratégias, técnicas, conceitos e instrumentos

Dia 15/03/2011 às 18h30 na Livraria Cultura (av. Paulista) acontecerá o lançamento do Livro: “Relações Públicas: Estratégias, técnicas, conceitos e instrumentos”

Organizado por Luiz Alberto de Farias, doutor em Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP), o livro faz um panorama da área de Relações Públicas, abordando desde questões históricas até atuais.

São apresentados também os principais instrumentos que compõem o mix de comunicação nas corporações, as estratégias de atuação em gestão de crise e a importância do planejamento nas ações de comunicação. Veja algumas das colaborações e autores do livro:


- Comunicação interna como diferencial em relações públicas
Else Lemos

-Governança corporativa e comunicação organizacional: interfaces possíveis em relações públicas
Tânia Câmara Baitello

- Da responsabilidade social à sustentabilidade: comunicação, cultura e imaginários
Rudimar Baldissera

- Uso estratégico das publicações na gestão dos relacionamentos organizacionais
Agatha Camargo Paraventi

- Política cultural e patrocínio
Sérgio Andreucci Jr.

- Comunicação organizacional: a ótica das relações públicas governamentais
Paulo Régis Salgado

- Relações públicas na era dos megafones digitais
Carolina Frazon Terra

- Opinião e pesquisa: instrumentos de orientação e de avaliação
Valéria de Siqueira Castro Lopes e Vânia Penafieri de Farias

- História das relações públicas: surgimento e consolidação nas Américas
Backer Ribeiro Fernandes

- Planejamento e estratégia: bases do trabalho em relações públicas
Luiz Alberto de Farias

- Princípios organizacionais: processo de construção no contexto do discurso organizacional
Júlio César Barbosa

- De públicos para cidadãos: reflexão sobre relacionamentos estratégicos
Maria José da Costa Oliveira

- Identidade, imagem e reputação: empresas sem pertencimento no mundo da interdependência
Flavio Schmidt

- Relações com a imprensa
Luiz Alberto de Farias

- Relações públicas e crises na economia da reputação
Cínthia da Silva Carvalho

- Eventos em relações públicas: ferramenta ou estratégia?
Ethel Shiraishi Pereira


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Compareçam !!!!

11 fevereiro 2011

Prosumer – o novo perfil do internauta na web 2.0


O livro A Terceira Onda, história futurista do escritor americano Alvin Toffler, também rendeu frutos na web 2.0. Há algum tempo, os chamados prosumers – do inglês producer and consumer, – personagens resultantes da união dos papéis de produtor e consumidor, descritos pelo autor em 1980 – ganham mais protagonismo. Na visão de quem dita o comportamento, atualmente eles são considerados fundamentais na definição de tendências e estratégias empresariais. Contudo ainda são muitos os que se perguntam qual é o verdadeiro significado das ferramentas de internet 2.0 no cenário empresarial.

Além da imagem midiática que se criou em torno das medias sociais, é inegável que elas nos oferecem acesso a um conteúdo de colaboração em massa, que podemos e devemos converter em vantagem competitiva renovada para o mundo corporativo. O que realmente faz a diferença da web 2.0 é o papel ativo dos usuários, pois são eles que compartilham informações, conversam, analisam, discutem, reclamam, inovam e investigam. Desde as prestações do último modelo de automóvel até as características do último produto financeiro de alta rentabilidade, passando pelos problemas com planos de saúde.

Atualmente temos à nossa disposição uma variedade de redes sociais e aplicações com milhões de usuários nas quais a informação circula continuamente e se divide (links, fotos, comentários, vídeos e opiniões). Como as empresas deveriam se adaptar a esse novo cenário? Como as empresas podem aproveitar esse novo contexto para melhorar seu negócio e sua eficiência operacional? Como podemos dar mais valor a toda essa informação?

A resposta está na observação do prosumer, inegavelmente um grande comunicador, um ditador de tendências de consumo que está credenciado pelas tecnologias atuais graças a sua ligação com comunidades virtuais e redes sociais construídas em torno dos produtos e serviços. O prosumer participa indireta e diretamente dos processos de criação e redesenho no comportamento, em outras palavras, é um influenciador.

Por sorte, muitos deles se encontram em ambientes empresariais e muito rapidamente lhes caberá a missão de impor um novo modelo de empresa, muito mais aberto, menos hierárquico e muito mais dinâmico. Os prosumers terão ainda presença fundamental nas estratégias e decisões corporativas no futuro e muitas organizações já começaram a integrá-los, pois eles estão à frente de seu tempo, modificando suas estruturas, criando espaços e ferramentas que permitam um passo para a inovação.

É importante observar que a caminhada já começou e, com foco nessa mudança, as empresas mundialmente conhecidas e outras cujo nome nunca ouviremos falar certamente serão impulsoras de um mercado com novos produtos e serviços que usaremos e consumiremos na próxima década. Para não perder esse trem, é necessário acompanhar passo a passo a evolução das organizações com os meios sociais, entendendo as novas regras do jogo, nos reinventando e nos adaptando ao novo cenário. Em definitivo, vivendo e participando diretamente, bebendo da fonte das novas gerações.

*Felipe Daguila, responsável pela área de Tecnologia da everis Brasil.


**Fonte: Prosumer – o novo perfil do internauta na web 2.0 Consumidor Moderno

07 fevereiro 2011

Relações Públicas no Brasil


Jeffrey Sharlach, um dos profissionais mais respeitados do mundo na área, conta a EXAME por que o Brasil é o melhor mercado para sua agência

São Paulo - O norte-americano Jeffrey Sharlach é um dos profissionais de relações públicas mais respeitados do mundo. Dono da agência multinacional The Jeffrey Group, há 17 anos apostou no mercado latino-americano para alavancar seus negócios. Deu certo. Hoje tem filiais em quatro países, parcerias em outros 23, e faturamento de aproximadamente US$ 5 milhões. Com a popularização da internet e das redes sociais, Sharlach vê no Brasil um grande espaço para o crescimento da comunicação corporativa.

"Os brasileiros são muito sociáveis. Esse é um dos motivos do nosso sucesso por aqui", afirma. Responsável por contas como Sony Ericsson, Coca-Cola, Kodak, American Airlines e Johnson & Johnson, o The Jeffrey Group tem em São Paulo seu maior escritório, segundo o fundador. E foi no Brasil que ele escolheu centralizar as atividades na área digital, nomeando um profissional específico, o jornalista Gerson Penha, para cuidar do trabalho em redes sociais.

A própria empresa realizou uma pesquisa em fevereiro, durante a última Campus Party, na 86% dos entrevistados disseram confiar mais em empresas que interagem com seus consumidores na internet. "Uma propaganda irá dizer 'faça isso, faça aquilo'. Relações públicas sempre teve a ver com formar, educar e engajar as pessoas. É por isso que as relações públicas tiveram muito mais sucesso na transição para o digital", diz Sharlach. "Nós sempre temos que ouvir as pessoas, estamos em uma conversação entre duas partes".

Na semana passada, Sharlach esteve no Brasil em visita ao escritório local, e conversou com o site EXAME. Confira a entrevista exclusiva:

EXAME - Qual a diferença de trabalhar com relações públicas no Brasil e em outros países?

Jeffrey Sharlach - Eu acho que o Brasil, antes de tudo, é um país muito jovem – relações públicas aqui é um setor muito novo. Por isso, há muitos profissionais adeptos de novas tecnologias. Outra coisa é que as redes sociais são muito importantes por aqui, porque os brasileiros são muito sociáveis. Esse é um dos motivos do nosso sucesso por aqui, já que as pessoas são muito influenciadas diretamente por outras pessoas. A melhor forma de influenciar uma pessoa é por meio de seus pares, de pessoas em quem ela confia, com quem ela convive. Assim, as redes sociais são atualmente ferramentas muito importantes para influenciar o comportamento e as impressões dos consumidores. Se eu te disser para comprar este celular [tira um aparelho do bolso] porque ele é realmente bom, isso significará mais para você do que se você vir uma propaganda em um aeroporto.

EXAME - O senhor acha, então, que empresas que não estão nas redes sociais perdem visibilidade?

Sharlach - Eu dou aula em uma universidade de Nova York para 40 estudantes que têm entre 19 e 20 anos. Se eu pergunto para eles quantos leem o New York Times, que é o maior jornal de lá, ninguém responde. Mas se eu pergunto quantas pessoas acessam o Facebook todos os dias, todos levantam a mão. Ou seja, uma empresa pode aparecer no New York Times, mas os jovens entre 20 e 30 anos nunca verão. As companhias que estiverem visíveis no Facebook são as que essas pessoas irão conhecer. Acho que isso é uma coisa muito importante a respeito de como nosso trabalho está mudando.

EXAME - E as empresas estão sabendo usar as redes sociais?

Sharlach - Acho que ainda estão aprendendo. Tenho muita sorte de ter o Gerson [Penha, diretor de Comunicação Digital] aqui, porque ele é realmente um expert nessa área. O que é importante é sabermos quais as diferenças e especificidades de se atuar nas redes sociais. Por exemplo, agora há muita discussão em termos de privacidade. Se uma empresa não se preocupa com a privacidade dos consumidores, isso pode ter uma repercussão, causar transtornos para as pessoas quando elas acharem que sua privacidade está sendo violada. É importante ter essa noção dentro de todo o processo. Em cada um de nossos escritórios temos experts que fazem parte da equipe do Gerson. Todos tem acesso à mesma base de conhecimento.

EXAME - E o que muda em seu trabalho nessa era digital?

Sharlach - Lembro quando obtivemos nosso primeiro endereço de e-mail. Era um e-mail da AOL, uma da maiores provedoras de internet na época. Nossa empresa inteira tinha só um endereço de e-mail. Uma vez ia viajar e disse para minha assistente: 'cheque pelo menos uma vez por dia se alguém mandou um e-mail' [risos]. Enquanto isso, no escritório em Miami, tínhamos seis aparelhos de fax, porque estávamos o tempo todo enviando e recebendo fax. Hoje se você vir nossos cartões de visita, não há o número do fax neles, porque hoje alguém pode ficar duas semanas sentado em frente de um aparelho de fax até receber algum documento.
Acho que o e-mail iniciou essa era digital. Desde então a forma com que nos comunicamos digitalmente com nossos clientes evoluiu muito.

EXAME - Como?

Sharlach - As empresas podem pela primeira vez comunicar-se, de verdade, diretamente com o público. Antes, nossos clientes se comunicavam com a mídia, que era quem controlava a mensagem. Agora, é possível para todos comunicar-se com milhões de pessoas pela internet. Mas há desvantagens. Por um lado, é a empresa quem está falando diretamente e controlando a mensagem. Por outro, há conversas que se estabelecem sem o controle das empresas, como o que você vê no Facebook, Orkut e outras redes sociais. E não temos como interferir nessas conversas.

EXAME - Para o senhor, qual é o futuro das relações públicas?

Sharlach - Acho que vai se tornar cada vez mais importante, porque a comunicação nunca foi tão fundamental para o sucesso de um negócio como é hoje. Isto [pega uma lata de Coca-Cola que está sobre a mesa] poderia ser um produto terrível, com gosto horrível, mas por ter uma boa comunicação, uma boa imagem e uma boa reputação, todo mundo quer Coca-Cola. Não estou dizendo que isso seja verdade, estou falando hipoteticamente. Poderia também ser o melhor refrigerante do mundo, mas se tivesse uma imagem ruim e uma má reputação, ninguém iria consumir. Hoje, a comunicação é prioridade para o sucesso de um negócio especialmente no momento em que surgem as redes sociais. Relações públicas sempre teve a ver com formar, educar e engajar as pessoas. Uma propaganda irá dizer "faça isso, faça aquilo". É por isso que relações públicas tiveram muito mais sucesso na transição para o digital. Nós sempre temos que ouvir as pessoas, Estamos em uma conversação entre duas partes. É por isso que vejo o futuro das relações públicas com bastante otimismo.

EXAME - Como foi seu trabalho no início? Era muito diferente?

Sharlach - O que eu fazia no início era basicamente relações com a imprensa. Naquela época os jornais eram muito influentes. Se você tivesse algo em um grande jornal, como a Folha de S.Paulo ou O Globo, por exemplo, você conseguia atingir as pessoas que queria, então nosso trabalho era fácil. Hoje é muito mais complicado. Agora temos que lidar com vários meios diferentes que as pessoas usam para buscar por informação. Isso muda muito. Outra coisa é que, antes, nosso trabalho era 100% América Latina. Mesmo que eu não fale espanhol nem seja latino, comecei a agência pensando nisso. Agora mais de 25% do nosso negócio é voltado para o mercado hispânico norte-americano, porque os Estados Unidos são o país com a quarto maior população de falantes de espanhol no mundo.

EXAME - Por que decidiu trabalhar com a América Latina?

Sharlach - Começamos em Miami, em 1993, e havia muitas empresas multinacionais naquela época, muitas sedes regionais de empresas latino-americanas em Miami. Naquela época, era muito comum assinarmos contratos com diretores de comunicação regionais e controlarmos contas na América Latina. Antes de termos nossos próprios escritórios, trabalhamos com parceiros locais em outros países. À medida que fomos crescendo, os negócios foram ficando muito focados nos mercados da Argentina, Brasil e México. Daí vimos a necessidade de abrir nossos escritórios nesses países. O quadro mudou um pouco em 2001, por conta do colapso financeiro na Argentina, que gerou problemas que até hoje não foram resolvidos. Hoje, a maioria das empresas multinacionais que atendemos, eu poderia dizer 80% ou mais, são de dois países: Brasil e México. No Brasil a economia está muito forte, há muita atenção do mundo neste momento para o sucesso econômico brasileiro e também por conta da realização da Copa e das Olimpíadas aqui. A filial brasileira do Jeffrey Group é nosso maior escritório.

EXAME - E como foi o trabalho no Brasil no início?

Sharlach - A comunicação avançou muito. A tecnologia mudou tanto que já não é mais tão importante para as empresas ter sedes regionais. No início, para ter uma linha de telefone aqui no Brasil, tivemos que comprar no mercado negro. Eu estava nos Estados Unidos, nós abrimos nosso escritório e tínhamos que ter US$ 800 em dinheiro para cada linha de telefone no mercado negro, já que se eu procurasse a companhia de telefonia, eu teria que esperar quatro ou cinco anos para ter uma linha. As coisas realmente mudaram. A primeira vez que eu vim para cá, em 1991, não se aceitava cartão de crédito porque a inflação era muito alta. Houve muito avanço desde então.

EXAME - Por que decidu trabalhar com relações públicas?

Sharlach - Sou formado em jornalismo, mas fiz minha pós-graduação em direito. Na época da pós, trabalhava como produtor em uma emissora de rádio e tevê de Nova York. Me formei em direito, e decidi que não seria advogado, mas que continuaria a fazer meu trabalho. Depois de seis meses, recebi uma ligação de um headhunter que me convidou para uma entrevista. Era para fazer a mesma coisa, ou seja, produção para rádio e televisão, mas em uma agência de relações públicas. Foi a primeira vez que ouvi falar em relações públicas. Acabei pegando a vaga, era uma agência muito grande naquela época. Comecei como produtor e dentro da empresa acabei indo para a área de contas de clientes.

Em Nova York trabalhei em 17 agências diferentes. Em 1993 me mudei para Miami e abri o The Jeffrey Group. Era apenas uma ideia na época, eu não tinha intenção de começar um grande negócio. Meus planos eram outros. Eu queria relaxar, ir para a praia de Miami, dar aula na Universidade de Miami, queria escrever um romance, e iria prestar somente um serviço de consultoria, apresentando clientes que eu conhecia para pessoas da América Latina.

Assim que eu comecei o negócio, recebemos muito trabalho rapidamente. Comecei o The Jeffrey Group no meu apartamento em 1993 e logo no fim do ano tivemos que nos mudar para nosso primeiro escritório, em Miami. Em 1996 abrimos nosso primeiro escritório fora dos Estados Unidos, em Buenos Aires. Em 1997 em São Paulo; e em 1998 na Cidade do México. Mais recentemente, em 2006, abrimos a filial em Nova York.

EXAME - O The Jeffrey Group está em pleno crescimento. Vocês pensam em abrir novos escritórios?

Sharlach - Estamos crescendo particularmente aqui no Brasil e nos Estados Unidos. Aqui por conta da economia aquecida como já disse. Nos Estados Unidos, por conta da população latina. Temos um censo demográfico a cada dez anos e no ano que vem teremos o resultado do levantamento que está sendo feito agora. Não tenho dúvidas que veremos um grande crescimento no número de hispânicos por lá. Então, por enquanto não há perspectivas de abrirmos um novo escritório, mas se isso for ocorrer será aqui ou nos Estados Unidos.

Fonte: EXAME.com

02 fevereiro 2011

O Futuro da Comunicação Coorporativa

Diante da rápida mudança de cenário no mercado mundial: com novas formas de negócios, novos veículos de informação e com a participação ativa da sociedade nas mídias sociais; é inevitável não analisar os efeitos dessas complexas transformações na comunicação coorporativa.

Para o professor Paulo Nassar, estamos vivendo um apagão profissional no Brasil, no qual está faltando comunicador dentro dessas demandas complexas da sociedade: - “ Estamos obesos de informação e famintos de significado e sentido”, analisa o professor.

As empresas precisam se preparar para dialogar e abrir seus canais de comunicação para a inovação. E esse é o desafio !

Parece um tanto óbvio, mas na prática nem todas as organizações aceitam o desafio. Para Carlos Nepomuceno: “O departamento de comunicação não veio para resolver críticas, mas para escondê-las”. Fato esse, que não gera resultados positivos ao longo prazo.

Sendo assim, que tal analisarmos a evolução da comunicação coorporativa no espaço tempo para melhor entendê-la e encarar esses desafios sem medo?

Na apresentação abaixo ( desenvolvida por Ralcoh) observamos um fluxograma com os passos que a comunicação coorporativa percorreu até hoje e suas tendências para o futuro.
Afinal, para entender o futuro é necessário entender o passado.



Caso não consiga visualizar a apresentação no BLog acesse o link abaixo:

http://prezi.com/p-fmu42v0y6l/o-futuro-da-comunicacao-corporativa/

28 janeiro 2011

Prêmio de Sustentabilidade GreenBest

Com o crescimento da informação por meio das mídias eletrônicas a sociedade está cada vez mais consciente. Aja visto o Primeiro Prêmio de Sustentabilidade da GreenBest com as eleições abertas a sociedade em geral.

Nele já estão listadas as 10 empresas mais sustentáveis do planeta em seus respectivos seguimentos, lá o eleitor poderá avaliar tanto cases, tecnologias e políticas de negócios sustentáveis.

Confira e Vote !!!

Site: http://greenbest.greenvana.com/

A Sustentabilidade que se Dane !?!

Em meados do século XX William Henry Vanderbilt disse uma frase que marcou a transição da postura das empresas com relação aos seus diversos públicos.

A famosa expressão “O público que se dane” hoje é tida como uma sentença de morte para as organizações que levarem ela a sério.

Atualmente, além do público, há um assunto que as organizações não podem mais ignorar: a Sustentabilidade. Quando falamos em sustentabilidade os verbos “Sustentar” e "Manter" me vêm a cabeça.

Apesar de ser atrelada a meio ambiente a sustentabilidade tem uma forte influência na gestão de negócios.

O Starbucks, por exemplo, compra café a partir dos princípios do movimento Fair Trade (Comércio Justo). O padrão é: estabelecer preços justos, manter relacionamentos de longo prazo com os produtores, negociar diretamente com os fornecedores e investir em projetos ambientais e sociais. Para todos os cafés comprados, a Starbucks paga acima do preço de mercado. Em apenas dois anos de aliança com a TransFair nos EUA, a empesa comprou quase 2 milhões de libras de cafés certificados pelo Fair Trade. ( dados da Greenbest)

São ações de negócios sustentáveis que agradam não apenas a um determinado público, mas sim a todos.

Quando argumentamos que as empresas precisam mantenham uma postura responsável social (RSE), não é apenas por uma imagem puritana, mas sim para manter relações de confiança, que por sua vez, atraem negócios sustentáveis.

Uma vez uma profissional de Relações Públicas me disse que “criar e destruir é fácil, mas manter é difícil”.

E é ai que entra a ideia da sustentabilidade, precisamos aprender a “manter” ... aprender a “sustentar”...

Afinal, a empresa que disser: - “A sustentabilidade que se Dane!”. Poderá trilhar o mesmo caminho que algumas do século XX trilharam ao mandar o público se danar.

26 janeiro 2011

Ampliando o Repertório

O Blog Mídia8!. do jornalista e blogueiro Cleyton Carlos Torres vem compartilhando uma série de e-books disponíveis gratuitamente (a maioria) para download.

Com obras brasileiras e estrangeiras, o Blog contém uma listagem variada cujos assuntos vão desde comunicação á gestão de marca e web 2.0.

Nessa semana o e-book gratuito é a obra “Cibercultura e seu Espelho” organizado por Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto.

Confira esse e outros livros no site: http://www.blogmidia8.com/2010/09/36-livros-sobre-midias-sociais.html

Mídias Sociais: De quem é esse osso ?

No Boom das mídias sociais surge alguns questionamentos: De quem é a responsabilidade do planejamento estratégico das mídias sociais? Qual tipo de abordagem é o mais certo com o público quando se trata de redes sociais?

No vídeo abaixo, você terá a oportunidade de conferir essas e mais outras indagações no debate “RP x Publicidade: Mídias Sociais, de quem é esse osso?”



Mediado por Mário (Pólvora Comunicação) e com a participação de Nivo Carvalho (InPress), Roberta paixão (Espalhe - Agência de mkt de Guerrilha), Luiz Fernando (Vivo) e Renato Mendes (Máquina da notícia).

Assistam e dê sua opinião... De quem é o osso das Mídias Sociais ?

25 janeiro 2011

Social Media Week - São Paulo

Entre os dias 07 e 11 de fevereiro de 2011 o auditório da FAAP cederá espaço para o evento mundial “Social Media Week” (SMW/SP).

Em formato de debates e duetos, o evento propõe trazer discussões sobre o universo das mídias sociais e reflexões sobre a atuação das organizações e da sociedade diante dessa “nova” ferramenta de comunicação e relacionamento.

Dentre os diversos temas a serem discutidos destaco os seguintes:

Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais - Falar é fácil, fazer é que são elas, diz o velho ditado. Como alguns dos principais executivos de comunicação do mercado encaram as mídias sociais, a sua gestão nas empresas e nas agências, o tratamento que as marcas devem ter (ou não) neste universo, entre outros temas polêmicos é o que conversarão Beto Aloureiro (Tecnisa), Hugo Rodrigues (Publicis), Ricardo Guimarães (Thymus), Edmar Bulla (PepsiCo) e Marcelo Trípoli (iThink), com a moderação de Jackson Fullen (Sixpix).

Canal Direto: Empresa x Consumidores – Já imaginou um diretor de marketing frente a frente com 3 consumidores? Sem intermediários nem filtros, num bate-papo aberto sobre mídias sociais? É isso que João Ciaco, diretor de marketing da Fiat, responsável por vários projetos interativos da marca, entre eles o case Fiat Mio, um dos maiores sucessos do marketing em mídias sociais em todo o mundo, encarará neste encontro. Sem intermediários, agências ou especialistas em mídias para se meter no papo. Pedro Porto (FischerFala) conduzirá a conversa

Voz e visão do presidente: Como as mídias sociais são observadas por quem está no topo da hierarquia empresarial, e começou sua carreira em uma época completamente diferente da atual? Esse será apenas o começo da nossa conversa com Fábio Barbosa, presidente do Conselho do Banco Santander.

O evento é gratuito e você pode acessar a agenda completa no site da SMW/SP pelo link: http://socialmediaweek.org/saopaulo