Em meados do século XX William Henry Vanderbilt disse uma frase que marcou a transição da postura das empresas com relação aos seus diversos públicos.
A famosa expressão “O público que se dane” hoje é tida como uma sentença de morte para as organizações que levarem ela a sério.
Atualmente, além do público, há um assunto que as organizações não podem mais ignorar: a Sustentabilidade. Quando falamos em sustentabilidade os verbos “Sustentar” e "Manter" me vêm a cabeça.
Apesar de ser atrelada a meio ambiente a sustentabilidade tem uma forte influência na gestão de negócios.
O Starbucks, por exemplo, compra café a partir dos princípios do movimento Fair Trade (Comércio Justo). O padrão é: estabelecer preços justos, manter relacionamentos de longo prazo com os produtores, negociar diretamente com os fornecedores e investir em projetos ambientais e sociais. Para todos os cafés comprados, a Starbucks paga acima do preço de mercado. Em apenas dois anos de aliança com a TransFair nos EUA, a empesa comprou quase 2 milhões de libras de cafés certificados pelo Fair Trade. ( dados da Greenbest)
São ações de negócios sustentáveis que agradam não apenas a um determinado público, mas sim a todos.
Quando argumentamos que as empresas precisam mantenham uma postura responsável social (RSE), não é apenas por uma imagem puritana, mas sim para manter relações de confiança, que por sua vez, atraem negócios sustentáveis.
Uma vez uma profissional de Relações Públicas me disse que “criar e destruir é fácil, mas manter é difícil”.
E é ai que entra a ideia da sustentabilidade, precisamos aprender a “manter” ... aprender a “sustentar”...
Afinal, a empresa que disser: - “A sustentabilidade que se Dane!”. Poderá trilhar o mesmo caminho que algumas do século XX trilharam ao mandar o público se danar.